CID Grupo

CID Grupo tem uma política rigorosa voltada para a segurança do paciente

Em 17 de setembro é comemorado o Dia Mundial de Segurança do Paciente. Para marcar a data e conscientizar seus pacientes e equipe sobre a extrema importância que o tema tem, o CID Grupo realiza, de 13 a 17 de setembro, a Semana de Segurança do Paciente do CID Grupo. Durante estes cinco dias, a clínica reunirá toda a sua equipe para discutir internamente o tema, bem como promoverá atividades lúdicas para levá-lo aos pacientes.

O Dia Mundial de Segurança do Paciente é tradicionalmente utilizado pela clínica para reforçar a importância do assunto junto à equipe, mas desde o ano passado, motivado pela necessidade de reforço da segurança do paciente por conta da pandemia do novo coronavírus, o CID Grupo passou a realizar uma semana inteira de atividades com foco na questão.

“Somos o primeiro centro de terapia assistida não oncológico do Rio de Janeiro a atender pacientes que necessitam de tratamento com medicações intravenosas, subcutâneas e intramusculares em regime de day clinic. Também somos o primeiro centro de terapia assistida a receber a Certificação Internacional de Qualidade e Segurança pelo IQG – Health Services Accreditation, na categoria Diamante. A questão da segurança do paciente é extremamente importante para nós. Somos muito rigorosos com este tema e, por isso, estamos sempre atentos a ele. A Semana de Segurança do Paciente do CID Grupo é mais uma excelente oportunidade para reunir nossa equipe, bem como envolver nossos pacientes, conscientizando-os da importância do assunto”, afirma Adriana Felix, Diretora-Executiva do CID Grupo.

As metas internacionais de segurança

O Dia Mundial de Segurança do Paciente acontece sempre em 17 de setembro, no mundo inteiro. Instituições de saúde, governamentais e não-governamentais, discutem o tema e realizam atividades para reforçar suas políticas de segurança e, mais do que isso, para conscientizar o paciente sobre a importância da questão. O objetivo maior é dar foco ao tema, envolvendo profissionais de saúde e pacientes.

São cinco as metas internacionais de segurança do paciente, que ganham ainda mais atenção no dia 17 de setembro: identificação correta; comunicação eficiente; segurança nos procedimentos de alta vigilância; cirurgia com local de internação correto, procedimentos corretos e paciente correto; e redução de infecção. Uma sexta meta foi acrescentada recentemente: redução do risco de queda e úlceras por pressão.

Adriana explica que são metas voltadas para o atendimento em hospitais. Segundo ela, o CID Grupo adaptou estas metas para a sua realidade, reforçando ainda mais sua rigorosa política de segurança do paciente. A política de segurança da clínica se pauta por seis metas: identificação correta; comunicação eficiente; atenção a cadeia de medicamentos como um todo; garantia de procedimentos seguros na terapia assistida; prevenção de infecção/higienização das mãos; e registro de informações seguras (segurança da informação).

A segurança no dia a dia do CID Grupo

“Nossa política de segurança do paciente não se limita as metas internacionais. Vamos além disso e estabelecemos uma série de práticas no nosso dia a dia sobre as quais não abrimos mão”, garante Adriana. Como exemplo, ela conta que todo paciente passa por uma consulta de pré-procedimento para que o médico ateste, por exemplo, as bocas condições para o paciente receber o medicamento imunobiológico.

“Toda prescrição de medicamentos do paciente é devidamente avaliada por um profissional farmacêutico de nossa equipe. Enquanto estiver na clínica, o paciente utiliza uma pulseira com identificação, contendo nome, data de nascimento e o medicamento que utilizará. Nossa equipe de enfermagem sempre confirma os dados do paciente antes do manejo. Além disso, investimos muito em comunicação. O paciente tem prontuário eletrônico, cujas informações colhidas pelos médicos fica disponível para consulta das equipes de enfermagem e farmacêutica”, conta ela.

Adriana explica que os pacientes do CID Grupo são classificados de acordo com uma estratificação de riscos, o que aumenta a segurança nos procedimentos. Entre outros, são avaliados os riscos de queda, de flebite e de sangramento. “Vamos além das metas internacionais. Nossa política de segurança é muito rigorosa e atende as exigências da certificação internacional. O paciente precisa estar seguro desde seu primeiro contato até o pós-atendimento. Depois que sai de nossa clínica, enviamos para o médico dele um relatório sobre o atendimento, se houve alguma intercorrência, por exemplo. O processo é seguro de ponta a ponta”, garante Adriana.