A princípio, pode parecer que não há conexão e sentido nessa ideia, não? Mas quem tem uma doença autoimune sabe, a alimentação pode desempenhar um papel muito importante na hora de diminuir as dores provenientes dos processos inflamatórios.
Se nós somos o que comemos, este é um ditado bem fundamentado, afinal, vários estudos vêm mostrando que nosso corpo se comporta com uma influência extrema do tipo de combustível com o qual escolhemos nos abastecer. Ou seja, o que escolhemos comer basicamente define nosso comportamento fisiológico. E no mês de abril, temos a Páscoa. Isso significa: chocolate!
A alimentação para pacientes com doenças autoimunes.
Pessoas com doenças autoimunes geralmente podem consumir chocolate, desde que não tenham uma intolerância ou alergia a algum ingrediente presente nele. No entanto, é importante lembrar que o chocolate contém açúcares e gorduras adicionadas, por isso deve ser consumido com moderação como parte de uma dieta equilibrada. Além disso, as pessoas com doenças autoimunes podem precisar seguir dietas específicas para controlar sua doença, então é sempre uma boa ideia consultar um médico ou nutricionista antes de fazer mudanças significativas na dieta.
Quando falamos de uma alimentação correta para pessoas com artrite reumatoide, é comum que as pessoas pensem que uma dieta regrada para esse sentido, será uma medida de muito sucesso para o controle da doença. Mas não é bem assim. A verdade é que existem determinados alimentos que geram resultados mais positivos para pacientes autoimunes.
Nesse caso, o chocolate propriamente dito, não é um deles. No entanto, isso também não faz com que você precise excluir seu consumo se não houver uma recomendação médica específica para isso.
Se considerarmos um ovo de Páscoa comum, desses vendidos em supermercados, a quantidade de açúcar é sempre muito elevada. Esse é o ponto central para discutir sobre o chocolate. Mas para falar do cacau, que é uma fruta com propriedades nutritivas interessantes, a discussão é outra.
Portanto, se o consumo dos ovos de Páscoa for pensado dentro de uma noção de alimentação equilibrada (mesmo que seja pouco chocolate), não há benefícios que compensem a quantidade de açúcar desse produto e, consequentemente, o alto valor calórico desse alimento.
No entanto, comer chocolate aumenta os níveis de serotonina no nosso corpo. E esse é um neurotransmissor associado ao bem-estar.
Por que comer chocolate?
Quando os níveis de serotonina estão elevados, nós nos sentimos bem! Se você estiver sentindo um pouco mais de dor em um certo dia, é provável que você alivie um pouco o incômodo. O nosso cérebro é “enganado” por algum tempo e as sensações ruins vão embora.
O chocolate pode trazer prazer momentâneo e ajudar a melhorar o humor devido ao seu conteúdo de cafeína e teobromina, substâncias que aumentam a liberação de serotonina e dopamina, neurotransmissores responsáveis pelo bem-estar e sensação de felicidade. No entanto, a felicidade a longo prazo não pode ser alcançada apenas pelo consumo de chocolate, mas sim pela combinação de fatores, como relacionamentos saudáveis, atividades prazerosas e saúde física e mental equilibrada. Portanto, o chocolate pode ser um pequeno prazer, mas não é a única fonte de felicidade na vida.
